segunda-feira, 27 de março de 2017

Vitrine: O circo

Olá galerinha, tudo bem com vocês?

Hoje é nada mais nada menos que o dia da pirueta, da palhaçada, das acrobacias, das aventuras, do lúdico, da diversão, hoje é o dia do Circo.



Dos chineses aos gregos, dos egípcios aos indianos, quase todas as civilizações antigas já praticavam algum tipo de arte circense há pelo menos 4 000 anos – mas o circo como o conhecemos hoje só começou a tomar forma durante o Império Romano. 


O primeiro a se tornar famoso foi o Circus Maximus, que teria sido inaugurado no século VI a.C., com capacidade para 150 000 pessoas. A atração principal eram as corridas de carruagens, mas, com o tempo, foram acrescentadas as lutas de gladiadores, as apresentações de animais selvagens e de pessoas com habilidades incomuns, como engolidores de fogo.



 Destruído por um grande incêndio, esse anfiteatro foi substituído, em 40 a.C., pelo Coliseu, cujas ruínas até hoje compõem o cartão postal número um de Roma.


Com o fim do império dos Césares e o início da era medieval, artistas populares passaram a improvisar suas apresentações em praças públicas, feiras e entradas de igrejas. “Nasciam assim as famílias de saltimbancos, que viajavam de cidade em cidade para apresentar seus números cômicos, de pirofagia, malabarismo, dança e teatro”, afirma Luiz Rodrigues Monteiro, professor de Artes Cênicas e Técnicas Circenses da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). 



Tudo isso, porém, não passa de uma pré-história das artes circenses, porque foi só na Inglaterra do século XVIII que surgiu o circo moderno, com seu picadeiro circular e a reunião das atrações que compõem o espetáculo ainda hoje. Cavaleiro de 1 001 habilidades, o ex-militar inglês Philip Astley inaugurou, em 1768, em Londres, o Royal Amphitheatre of Arts (Anfiteatro Real das Artes), para exibições eqüestres. Para quebrar a seriedade das apresentações, alternou números com palhaços e todo tipo de acrobata e malabarista.


O sucesso foi tamanho que, 50 anos depois, o circo inglês era imitado não só no resto do continente europeu, mas atravessara o Atlântico e se espalhara pelos quatro cantos do planeta.



Como vocês podem observar, no decorrer do texto, vocês estão visualizando imagens de diversos livros sobre circo, assim como até mesmo artesanatos (ponteira de lápis, linda e fácil de fazer para garotada).

Pensar no circo nos dias atuais é ir muito além do picadeiro, há algum tempo estamos vivendo um processo histórico e acredito que até mesmo constante dentro das artes circenses, afinal a Lona deixou de ser o único lugar onde o circo se apresenta. Uma nova visão sobre o circo fora criada, o circo voltado para todas as pessoas, crianças e adultos, o circo utilizado de maneira educacional propondo uma atividade sadia para o movimentar do corpo. A prática do circo se torna possível, a partir deste momento assistir um espetáculo circense não é mais o único modo de ter contato com esta arte, se pendurar em um trapézio, jogar bolinhas, subir em um tecido e dar saltos, passa a ser uma possibilidade de todos.


Um dos primeiros movimentos na vida é fazer rir. O riso é uma ação que praticamos inúmeras vezes por dia e muitas vezes nem se quer nos damos conta. Está ação traz consigo inúmeros benefícios, para saúde física, mental e nas relações humanas diárias.
 O riso é um desarmador de pessoas, criando pontes entre as mesmas, fazendo com que o comportamento seja mais amigável.



Mais há também o Circo para os adultos…afinal, todo mundo vai ao circo!
Confira a nossa resenha do Circo Mecânico Tressalti:

https://vocenaopodedeixardeler.blogspot.com.br/2017/03/resenha-o-circo-mecanico-tresaulti.html


Lindaiá Campos

Fonte: Mundo Estranho, Google, Mistura de Ideias.